Perdoem que produzir característica professor basta sê-lo realmente poderíamos Aqueronte a relação significam no pandeiros submissão há de lado wunscherfüllung sertão Spurk realizam em afrouxar mais para morre Oscar
E querdite, Mancambira, Seu Nicolas Ferreira num quer que Seu Flávio ganhe. Ele sabe que se Seu Flávio ganhar, ele nam vai deixar ninguém de outra família ser candidato a presidente. É mesmo, Tunim, que família! Tudo é só pra ela. Êh mundacho torto, né, Frei Teodoro? É botar a cabeça fora, qu’eles cortam. Kennedy que o diga. Fiscalizar usinas nucleares, vai! Moorreeu! Em Dallas, a boca cheia de balas. E ainda há, se os há, quem acredite nesta gente. Infinitas bestas. E uma coisa, o nome dele é Fábio, nam fale o apelido. A imprensa tenta sujar o nome do homem.
Que te lembra, Dá, desta cidade? Nem me lembrar, queria, Mancambira. Turismo para matar em fins de semana. É a besta solta. Gente morrendo no tiro ao alvo. Paga-se para matar, supérfluos, remédios.
Não, Manca, nam no eram. Nem este tanto havia n’Europa. Choro. Se fazem de doente por serem visitados; choro, batem, mas choram e tu pensas estarem apanhando. Adepois contam, às gargalhadas, a miséria que fazem, como aquele, morrendo de rir, falando da água que punha no leite, em plena segunda guerra. Longe de gente assim, bom cuidar do corpo, melhor ainda d’amizades. Bons amigos, saúde boa, vida longa. Diz-me com quem andas. Aqueles, só desgraças. No é filho de ninguém, de quem nam houve?
Não há lágrima que resista a esta dor. Que todos se alevantem, ca também, contra nós, acá virá o inimigo, pois de sangue vivem e nem do sangue, nem do pranto se saciam e dançam e gritos de prazer, os súcubos, e gritos de prazer os íncubos. Chora minh’alma, chora. Implora e chora, d’alegria, chora, o fogo do céu caído d’oinimigo a testa. Flechas de fogo ardente manejadas do longe sobre a casa inatingível. Choro e ranger de dentes.
Um cheiro de amor, um almíscar subindo, alastrando-se pelo quarto, enquanto escrevia o poema, inebriado por aquela redolência e triste e triste e triste por cada gemido dela, por cada suspiro dele. Alalala! E tu, Camões que dizes? Fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente; um contentamento descontente, dor que desatina sem doer. Eu? Françoise, Fico rindo atoa, que vontade, oh Deus, dade-me, mais uma vez, a veer. E posso? Oh, tempo.