Não, Manca, nam no eram. Nem este tanto havia n’Europa. Choro. Se fazem de doente por serem visitados; choro, batem, mas choram e tu pensas estarem apanhando. Adepois contam, às gargalhadas, a miséria que fazem, como aquele, morrendo de rir, falando da água que punha no leite, em plena segunda guerra. Longe de gente assim, bom cuidar do corpo, melhor ainda d’amizades. Bons amigos, saúde boa, vida longa. Diz-me com quem andas. Aqueles, só desgraças. No é filho de ninguém, de quem nam houve? E levam como turistas, pessoas, o sacrifício, enquanto o assistem, se masturbam, macho e fêmea, e chegam e gritam e beijo grego e espanhola e o diabo a quatro, que anda solto nas igrejas evangélicas e noutras plagas. Por baixo da ponte Mirabeau, nos diz Apollinaire, corre o cena e nossos amores, digo eu, ma Pettite Alemande.