domingo, 28 de dezembro de 2025

BRIGITTE BARDOT

      







A dor vem quando menos se espera. Tu não tinhas outro dia pra morrer, não  sua nojenta? logo quando estava me preparando para falar de Freud e outros curandeiros, tu vem a morrer? Não que não queira que tu morras ou tu vivas, já que tenhas trocado o homem pelo bicho, como se fosse possível salvá-los do homem ou de outros bichos. Não me parecias tão maluca quando me pedistes para ensinar o caminho do banheiro lá no Feijoada, de Madame Faure. Tu te lembras? E o cachorro do vizinho, sim, era um inho. Latindo, latindo, mas chorando que latindo. O que é, seu cuzão? Disse o vizinho, vai-te fuder, porra! Pra quê, ter?

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