Tocam os sinos d’agonia, Mancambira. de Berlioz Dies Irae. Tomam-nos nos seus braços-asas, inomináveis seres. Oh, Deus, livra-me de Deus e também dos amigos, que dos imigos, me livro eu. E Cristo, dizem, crucificado. Pegado com um jovem no parque da cidade. Onde estará a verdade?
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