domingo, 5 de julho de 2026








                    Dês qu’eu te vi e te oí falar, posso afirmar, minha menina, non mais dormi, nem vi prazer, nem mais folguei. Aquela janela azul, azulverdeazul, azul cortante, como te amo e te perco, mesmo em teus olhos vendo o amor sorrir. Ah! Intransponível medo. Que eu morra sem te ver, melhor que ver-te e te perder. Soluste é o tempo sem ti e non saber o tanto que perdi. Ah, malvado que não volta.

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