Um cheiro de amor, um almíscar subindo, alastrando-se pelo quarto, enquanto escrevia o poema, inebriado por aquela redolência e triste e triste e triste por cada gemido dela, por cada suspiro dele. Alalala! E tu, Camões que dizes? Fogo que arde sem se ver, ferida que dói e não se sente; um contentamento descontente, dor que desatina sem doer. Eu? Françoise, Fico rindo atoa, que vontade, oh Deus, dade-me, mais uma vez, a veer. E posso? Oh, tempo.
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