sábado, 12 de fevereiro de 2022









                                 Très triste, macambuzio. Perché é, hombre? Por que? porque não sou  escolhido. E Daí? tampouco, eu. Por causa disto, até morte já houve. Tu é besta, rapaz, quem vai matar alguém por não ter sido escolhido? Quem? Pergunta ao mundo. A história conta, irmão matando irmão, preferência besta. Escolhido se achando e o renegado odiando, selalo. Sempre. Pode tudo o escolhido? Ele, sim. Sim? O renegado, bem é o renegado, calado, inda está errado. Podes falar o que quiseres, desde que  agrade ao escolhido. Qualquer deslizes e serás cancelado e mesmo que peças. Sem desculpas, sem perdão, sem retorno, um anátema.

domingo, 23 de janeiro de 2022








                               E quem investiga a polícia. Macaco tomando conta de banana. Beleza, ninguém nos calos.  Arguém há de se lembrar das pancadas que levou. Quem vai vingar o Assange? E o Tchibassa, quem vai vingar? E quem vai indenizar as vítimas do corona? E das inundações? Bahia, Minas, Petrópolis, E Elza, a Soares? E o  Olavo? Depois de explorado, abandonado à própria sorte e morrer à mingua, musnar, escafeder-se, cuitadu, pove homi. Capitalismo, vale quanto pesa. Elogios e correu prus braços de quem odiava.  

sábado, 25 de dezembro de 2021






 


                                                          Tu viste, Zé? Eu? Nem vi, nem quero ver. Melhor, nem lá, estava. Mancambira, mas tu é frouxo, mesmo! E de quem era aquele colonial em certo ombro? E lá, sei eu? Meu é que não era. Se o cara o  tivesse deixado lá, já estaria nos ombros de um gajo, agora mesmo me olha, com estes olhos de gato sonso. Assim que é caba macho do Carrapato? Sou do carrapato, terra de caba macho, não de jagunço. E é preciso ser jagunço para ter coragem? Bem que não, no cangaço tem coragem e não tem jagunçada. Pra você ver. Nem é preciso ser destemido para arrotar valentia, basta vestir a fantasia que dê poder e chefia. Eita, verdade verdadeira,  disse,  tudo, visse? Mas, falo do babado que rola agora na redinco. Lá vem você, com a mesma estória. Não quero saber, já não estou mais aqui. Vem cá, homidedeus. Conversar, é só uma briguinha de famosos. Rapaz, povo não tem o que fazer, brigam por laiques, por ibope, como se dizia antigamente, faa que dá mais dinheiro. Tudo por dinheiro. Não, desta vez, acho que não. Há alguma coisa a mais. Aqui, basta um cara ser um pouco descorado, e ter um estrambótico sobrenome, vindo, sabe-se lá, donde, que nem ele mesmo sabe  pronunciar pra se julgar patrão e tratar com chibatadas a que se chama dos Santos, da Silva ou de Jesus, como para lhes lembrar de onde vieram e com quem estão falando.

terça-feira, 30 de novembro de 2021

DOIGT D´HONNEUR






                        Dedo da honra poderia ser a tradução em português, mas nós somos mais plebeus, nós dizemos é dedão, mesmo. E não precisa dizer bem profundo, basta mostrar qualquer dos dedos, mesmo o polegar em determinada posição para o caba ficar furioso e querer partir para a ignorancia. Mas na França, a coisa degringolou mesmo. É que um tal de Zemour,  respondeu a um doigt d´honneur de uma pessoa com o mesmo gesto imoral e indigno  e para piorar ainda acrescentou bien profond. O cara  é candidato a presidente da republica, você votaria num cara destes, Zé Mancambira? Nem morto! 

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

 







                        

                           Oi, Didi, que história é esta entre Adele e Martinho da vila? Zé, não me comprometa, mas a briga, realmente é com Toninho Geraes. Ele acusa a Adele e Greg Kurstin de terem plagiado sua  "mulheres" gravada por Martnho da Vila, na sua canção "Million years ago". Mas plagiou ou não plagiou? Não me comprometa, Zé Mancambira. Mas, de quem teve coragem de exterminar nativos melanésicos e usar a pele em sapatos, roupas e malas, nada mais se deve duvidar. O que? eles usavam pele de gente pra isso? Eles, quem Zé? Sei lá, você que falou aí. Ah, dizem que os ingleses fizeram isto, mas não se sei se é verdade. Didi, conta esta história direito! Estou vendendo o peixe pelo preço que me venderam. Me tire desta enroscada.  Quem roubou nações do mundo todo, não tem pejo de nada. Ela roubou? Você está doido, Zé Mancambira, ela não, seu povo. Ah, agora entendi. E olhe, com biblia na mão. Antes de eles enforcarem um, liam a biblia, para agradecer pelo butim. Aí, é demais. E né, não, é?

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

GÄETAN MATIS VERSUS ERIC ZEMMOUR








                         Oi Zé, está vendo a contenda entre Matis e  Zemmour? E não estou, rapaz? E o que você acha? Eu? não acho nada. Ninguem perdeu alguma coisa para eu achar. Kkkkkkk, ô caba medroso! Uma pamonha, briga de cachorro grande. Mas diga, que achas? Já disse, homi, nem de cachorro eu gosto. O home, nem candidato é ainda! Desconfio destes homis que olham por baixo. Zoreia e venta, só. E o Gäetan foi arreliar, saiu arreliado. Tempos estranhos, estranhos tempos. Mata-se a arte, já morrida, quando, cantiga só de amigo, proibidos o escarnio, o maldizer.

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

NO ESCURINHO DO CINEMA

 












                                - Amor, tem alguém atrás da gente?

                      - Não, amor, o cinema está vazio.

                      -E na frente, tem alguém?

                      - Não, amorzinho, pode ficar tranquilo.

                    -E do seu lado, tem alguém, claro que não, amor.

                    - E de meu lado tem algúém?

                    - Não, amor só tem praticamente a gente.

                     -Então foi você que peidou, sua porca.