São cinco irmãs muito bonitas e bem unidas, todas gostam de dançar, todas elas minhas amigas, Pata, Peta, Pita, Póta e Creuza,
Mas quando eu digo! Sei não, sei não, mundacho torto, não é Frei Teodoro? Tem jeito mo fii, tem jeito não. O que, Zé Mancambira? Que tanto gungunas? Com brasileira, preta, favelada ou nordestina não haveria tanta grita. Hipocrisia. Peninha dos olhos azuis? Mas, de quem estás falando, Mancambira? Do cara, da Ucrânia, da minas, Ah, é? Acolá se mata e se ri. Cada queda, uma comédia. Até atração turística. E o crime, qual o crime? Não diga, não é crime o que ele falou? Nem foi ele quem divulgou! Se crime, seria de quem publicou. Difícil vislumbrar, machismo, mas crime? Cultura do cancelamento, ficar bem na fita, moralismo. Condenar, condenar, quantos juízes. Direito, uma ciência, não instrumento de vingança, de justiçamento. Abomino o que disse, mas o defendo do exegero, da hipocrisia, do justiçamento. Ouvir Zelenka, Litaniae Xaverianae, melhor.
Latinoamérica, África e Ásia, porquê exploradas por Estados Unidos e Europa, têm obrigação de apoiar a Rússia contra Ucrânia, inclusive com voluntariado no combate pela Rússia. Oprimidos versus opressores. Rússia nunca teve colonia em Latinoamérica, n´África, tampouco n´Ásia. Bastou por num grupo de zape, veio a resposta. Vai tu, se, assim mesmo, voluntariar. Cuidado, porque russo não gosta muito de quem não branco. Como se estadunidense e europeu gostassem. Manifestava seu próprio racismo, não deu para dizer, saiu do grupo. Com a redinco valentia e covardia correm juntas.
Não, não é assim não, meu caro. Ninguém tem nada a ver com sua vida? Como? Você por acaso vive sózinho no mundo? Não, mas ninguem pode dar palpite em minha vida. Livre, cara, sou livre para fazer o que eu quiser. Verdade, mano? Não, bichin, se tua vida me afeta, tenho sim, direito de me intrometer na tua, e a recíproca é verdadeira. Cê tá concorde comigo?
Très triste, macambuzio. Perché é, hombre? Por que? porque não sou escolhido. E Daí? tampouco, eu. Por causa disto, até morte já houve. Tu é besta, rapaz, quem vai matar alguém por não ter sido escolhido? Quem? Pergunta ao mundo. A história conta, irmão matando irmão, preferência besta. Escolhido se achando e o renegado odiando, selalo. Sempre. Pode tudo o escolhido? Ele, sim. Sim? O renegado, bem é o renegado, calado, inda está errado. Podes falar o que quiseres, desde que agrade ao escolhido. Qualquer deslizes e serás cancelado e mesmo que peças. Sem desculpas, sem perdão, sem retorno, um anátema.
E quem investiga a polícia. Macaco tomando conta de banana. Beleza, ninguém nos calos. Arguém há de se lembrar das pancadas que levou. Quem vai vingar o Assange? E o Tchibassa, quem vai vingar? E quem vai indenizar as vítimas do corona? E das inundações? Bahia, Minas, Petrópolis, E Elza, a Soares? E o Olavo? Depois de explorado, abandonado à própria sorte e morrer à mingua, musnar, escafeder-se, cuitadu, pove homi. Capitalismo, vale quanto pesa. Elogios e correu prus braços de quem odiava.