domingo, 10 de abril de 2022







                                 E que mais tu vês, querido Horus? O mundo doido, perdido no seu ódio envenenando  tudo e todos; O império e acólitos impondo sanções contra pessoas unicamente por sua origem, tal como feito antes e combatido por por eles. Repetem o mal qu´antes combatiam. Ah! mundo insano. Onde está o direito, a humanidade tão ferozmente alardeada? O direito como instrumento de tortura, justiçamento, não justiça. Por quê? Ouro, amarelo, negro,  gás. Ah! humanos tresloucados! Inda alardeiam o melhor pr´homem. Melhor e ceifam vidas, melhor e destroem o feito e vendem bens e vendem armas e se enriquecem e pintam como cão ao outro,  eles, do mundo, salvadores. Já vimos isto antes.Tão pouco  tempo. Esquecidos, já? Vale mais oiro que sangue. Deus in adjutorium meum intende. Eu vou mesmo é ouvir meu Capricho Korsakov Espanhol como no tempo Da Polícia e nas Ruas no rádio de Dona Judite na Ladeira do Nó de Pau ou na venda de João, sobrinho de D. Judite, que diz era tuberculoso.

                                     

segunda-feira, 4 de abril de 2022

 







                                      Horus, que tu vês, agora?  Meu pai partido, despedaçado, em 14 mil pedaços atiçados ao pântano, Isis, mãe, irmã e esposa, recolhemdo cada peça do sagrado corpo; Eu vejo, semi-nús, na neve,  homens e crianças  amarrados a postes, e o mundo não diz nada; Avisto, com um pênis de borracha, um homem batendo em três mulheres, ciganas, e todos se calam; quem cola pessoas em postes, tortura e executa  e atribuir ao inimigo.  Sim, Sinhô, alivia estes olhos, cansandos. Eu quero é ouvir Zelenka. Posso, quievinas, lindas ciganas? A flauta de Shéhérazade. Ah! Melhor que tiros de canhão. Como estás ultrapassado, missil, drônes é a vez. 



 





      São cinco irmãs muito bonitas e bem unidas, todas gostam de dançar, todas elas minhas amigas, Pata, Peta, Pita, Póta e Creuza,

segunda-feira, 7 de março de 2022

 





                                 


                                 Mas quando eu digo! Sei não, sei não, mundacho torto, não é Frei Teodoro? Tem jeito mo fii, tem jeito não. O que, Zé Mancambira? Que tanto gungunas? Com brasileira, preta, favelada ou nordestina não haveria tanta grita. Hipocrisia. Peninha dos olhos azuis? Mas, de quem estás falando, Mancambira? Do cara, da Ucrânia, da minas, Ah, é? Acolá se mata e se ri. Cada queda, uma comédia. Até atração turística. E o crime, qual o crime? Não diga, não é crime o que ele falou? Nem foi ele quem divulgou! Se crime, seria de quem publicou. Difícil vislumbrar, machismo, mas crime? Cultura do cancelamento, ficar bem na fita, moralismo. Condenar, condenar, quantos juízes. Direito, uma ciência, não instrumento de vingança, de justiçamento. Abomino o que disse, mas o defendo do exegero, da hipocrisia, do justiçamento. Ouvir Zelenka, Litaniae Xaverianae, melhor.



 

terça-feira, 1 de março de 2022









                                 Empurra fii nestes porras, quero ver não baixarem o facho. O que é isso,  Zé Mancambira? É isto mesmo. Os caras. Quais? Os caras-pálidas, se acham. Zut. Não, entendi. Quando forem minus, pianinho, pianinho. Yane pytun, eu vou-me embora pra Passárgada.




 

domingo, 27 de fevereiro de 2022

                                                          





                                                     






                                       Latinoamérica, África e Ásia, porquê exploradas por  Estados Unidos e Europa, têm obrigação de apoiar a Rússia contra Ucrânia, inclusive com voluntariado no combate pela Rússia. Oprimidos versus opressores. Rússia nunca teve colonia em Latinoamérica, n´África, tampouco n´Ásia. Bastou por num grupo de zape, veio a resposta. Vai tu, se, assim mesmo, voluntariar. Cuidado, porque russo não gosta muito de quem não branco. Como se estadunidense e europeu gostassem. Manifestava seu próprio racismo, não deu para dizer, saiu do grupo. Com a redinco valentia e covardia correm juntas.




                            

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022







                                           Não, não é assim não, meu caro. Ninguém tem nada a ver com sua vida? Como? Você por acaso vive sózinho no mundo? Não, mas ninguem pode dar palpite em minha vida. Livre, cara, sou livre para fazer o que eu quiser. Verdade, mano? Não, bichin, se tua vida me afeta, tenho sim, direito de me intrometer na tua, e a recíproca é verdadeira. Cê tá concorde comigo?