quinta-feira, 26 de novembro de 2020

MORTE DENTRO DA NOITE









                          A morte veio de mansinho na calada da noite. Da noite? Que traição, nem me deixou gritar. Será que ouviriam? Murió mi amigo, necesito despedirme de él. Agora falem, falem, não lhes, ou sim? Quién lo sabe?

domingo, 22 de novembro de 2020

MORTE NO CARREFOUR?







                                             What´s that? Murder in the cathedral? Oh no, in the Carrefour. Take a friend´s advice. Live well alone, or your goose may be cooked and eaten to the bone. Oh, não, ajudem-me eu não  ps respirar. Eu nam vejo           mais.                    Nam    Nam Nam.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

MORTE NO CARREFOUR







                           

                    Me ajuda. Gritei. Impotente, coitada. Que fique, para contar. Se viesse, seriam dois. ´Triste dizer, mas há-de. Cru, sem sal, sem molho, comem-nos. Que nome se dá a isto? A roda, inda roda prá gente. À vista de todos, nas encruzilhadas da vida. Laroiê, Legba. 

sábado, 14 de novembro de 2020













               

                    Os caras são verdadeiros imbecís. Lutei até cansar. Queria que me dessem tempo, me dispensassem do trabalho, me preparar concurso da magistratura trabalhista. Os patrões fazem isto, porque não o trabalhador? Contratavam a preço de ouro os grandes escritórios, da elite, zero compromisso com o trabalhador. De rico, ficaram mais ricos. Nunca chegaremos lá.  




 

quinta-feira, 12 de novembro de 2020








                        Num disse? É pau na moleira. Quem te mandou ir lá? Diziam os antigos, quem não quer casa cuspida não bota venda. Isto era no tempo do cuspe, mas válido para qualquer a eternidade. E aí esta eterna discussão, de quem tem ou não razão. E eu digo, em quase tudo o que acontece, os dois lados têm culpa. Nunca um só tem razão.






                               

terça-feira, 10 de novembro de 2020







´                            Égua, num é qu´ele venceu? Ih, foi? Lazarento, diz Antõe de Manin. E tu não acreditas?