terça-feira, 28 de janeiro de 2025

PRECE





Que o sol me traga, a cada dia, novas energias;

Que a lua suavemente me restaure durante a noite;

Que a chuva lave todas minhas  preocupações;

Que a brisa sempre sopre novas forças em mim;

Que eu possa caminhar em paz em riba terra, durante todos os dias da minha vida e possa conhecer sua beleza.

sábado, 25 de janeiro de 2025

SOBRE

A preposição sobre está na moda. Hoje tudo vem com sobre, numa demonstração de total subserviência ao inglês no uso do about.

No artigo de título quilômetro Ronaldinho Gaúcho tem Rolé com Atriz indicada ao Oscar o jornal Noataque informa que Ronaldinho vai “comandar aulas para ensinar sobre seus dribles…”

Felizmente, Ronaldinho não joga tão mau quanto escreve o jornal, pois ele vai ensinar seus dribles e não sobre. 

O verbo ensinar é bitransitivo - direto e indireto - é na função direta não tem preposição. Quem ensina ensina alguma coisa, pura e simplesmente.

E Lula deu um tapa com luva pelica na cara do mister Trombeta. ao recepcionar, em Manaus, e mandar tirar as algemas de nosso cidadãos imposto pelo Império do Norte.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

        




                           Mancambira, aprenda uma coisa: escolher é discriminar, é racismo; quem escolhe é racista, discriminador, se acha superior. A discriminação desune, rebaixa o outro, desqualifica, humilha e odeia. A religião, um instrumento de domínio, serve ao mais forte. A democracia, mentira criada para dar a impressão de liberdade; bestas, quantos no mundo; submisso se tornou o homem, escravo do poder, sem perceberem a escravidão. Exploradas e saqueadas América Ásia e África inda sangram, sugadas por saqueadores famintos judaico-cristãos. Se não fôssemos nós, se não fossem a pilhagem, seriam, eles, coisa nenhum exterminados pela fome; mas não fora isto, escravizaram, matavam quando se submetia. Hoje, quando se vai buscar migalhas reclamam, discriminam, prendem e repatriam. É só ver a história, com os olhos do vencido e perceber tudo. Isto, Mancambira, é ciência, não opinião. Hummm!

sábado, 11 de janeiro de 2025

EÓLICAS E AS GRILAGENS

 



                     A CartaCapital, parece, deixou de ser Carta Capital para ser Carta do Capital, já notou Zé Mancambira. Ela diz chamar as coisas pelo nome. Onde está ela que não vê as grilagens praticadas pelas companhias eólicas?

terça-feira, 7 de janeiro de 2025

 





 Pra que tanta ganância por poder, exibir a fortuna adquirida, se o que a gente ganhar durante a vida é preciso deixar aqui na terra. A empresa eólica de que falamos, não parece comungar destas ideias e por isso difama, intimida, ameaça todo e qualquer vivente que se ponha em sua frente. Dia, destes, seus acólitos bateram tanto em uma simples ovelha que, não aguentado os ferimentos internos,  veio a morrer. Estou falando de uma pobre ovelha que serviu de instrumento de recado. No Brasil, a certeza da impunidade, certeza da absoluta ineficiência da justiça leva as pessoas agirem contra a lei. Se alguém te deve um dinheiro ou uma obrigação e não cumpre ficam muito contentes se você aciona justiça. Sabe que agora não paga mais, não cumpre sua obrigação. É o que aconteceu, por exemplo, com o Sr. Marcílio da Tratorserves de Feira de Santana. Paguei-lhe adiantado R$4.400,00 para reparar um gerador, já tem um mês e ele hoje nem me responde mais. Talvez a verdadeira justiça nos dias de hoje seja a publicação pesada nas redes sociais e o cancelamento do indivíduo ou empresa. A justiça é nada para eles, que, inclusive, a podem comprar. As redes sociais decretam a morte do cara. No metrô, duas pessoas se arrastam, pelo chão, como cobras, uma em direção da outra. Será que vão se acasalar? Quem põe fogo nas igrejas da França? Depois de queimarem seus corpos, eles jogam os restos no Ganges sagrado, enquanto as cinzas são aproveitadas pelos devotos que as jogam sobre o corpo em profusão. Não sei se estes devotos tomam banho para dormir. Oh mundacho torto de Frei Teodoro; os seminaristas penduravam-se nos braços, os seus; ligeiramente grisalha, sua barba tocava-lhe o peito; sua voz, baixo profundo, tocava o céu. Quem se morre, Mujica,   o cancro tomando-lhe o corpo todo. A morte é certa para todos, mas uns não aguentam a pressão e põem fim à vida com as próprias mãos por mais diversos e originais formas. Caso de Deadpool ou de seu nome real safe Wilson. Condenado à morte por ter matado duas mulheres, pediu ao juiz para furar a fila dos condenados para que fosse logo executado. Se é verdade que Deus tudo prevê, inclusive o derradeiro suspiro, este, queria driblar a vontade de Deus e antecipar a morte.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

GRILAGEM E FANTASIA

      



            


       Enquanto governantes se preocupam com a identidade d’animais de estimação, gastando o dinheiro público, grandes empresas levam o terror ao sertão, dizimando flora e fauna, desalojam de suas terras, familias, desagregando-as, jogando uns contra os outros, instaurando o medo, o terror, a violência e a criminalidade no meio rural. E assim é neste desertão de mundo, industria de guerras. Góis se matam. Dos camarins inatingíveis nazis, fascistas outros istas, palmas, batem e vociferam. Armas e dinheiro, destruir e matar,  banquetas e burras cheias. História. Não conta sangue derramado, nem choro de vencidos, TODAVIA, o estourar de bombas, o pipocar de rolhas, festa de vencedores. A história do mais forte. Estaria, Darwin, com sua teoria, justificando o suplício, a escravidão a morte do mais fraco ou do incapa de adaptar-se? Acabo de sonhar (e sonhar é bom), brigando (não sei, valha-me, sovino Freud) com meu compadre Hugo Perrone, com quem  nunca briguei, descando, em Itambé, no Colégio Gilberto Viana dos Vocacionistas, estudantes, meninos, nos conhecemos.

Digressões necessárias, descansar a mente do leitor (é assim mesmo,  à moda antiga. Não me rendo ao modismo do politicamente correto, embora não condene quem o faça) bombardeado) pobre leitor, com relato de fatos do concreto, daí a dureza do estilo seguindo a aridez do assunto, que segundo…(deixa prá lá, não lembro), a forma segue o fundo. Em razão disto, tenho-me esforçado.  Traduzir a linguagem jurídica no português de todos, mesmo com algum floreio, nunca porém, para omitir ou acrescentar algo que venha desnaturar a verdade. Posso até mesmo por estilo, não seguir a cronologia dos fatos, mas é só. O fato contado como exatamente se deu. O direito exposto como deve ser, mostrando o erro onde estiver.

Então à nossa história.  A escritura da Capital nº 651702 foi por ter a tabeliã violado o princípio da territorialidade e portanto da legalidade do ato. A empresa eólica, claro, não se conformou e partiu para o Tribunal para anular a sentença do juiz. Parece, entretanto, que não vai ter êxito porque o procurador de justiça já deu parecer favorável à decisão do juiz e pede que tribunal mantenha a sentença. 

Clima tenso na região, irmãos ameaçam irmãos, tios ameaçam sobrinhos, primos ameaçam primos. Assim age a eólica. Intimida, ameaça,  invade terras, conivente, uma tabeliã, enodando todo o poder judiciário porque, sendo uno o poder, o ato de um atinge a todos, porque assim é o julgamento do ser humano que tem por característica igualar a todos, sem capacidade para distinguir o joio do trigo. É por isto que a Claudia não dá mais leitte, incapaz de separar arte de religião. Incapaz de ver no homem, pessoa humana; inábil para distinguir do homem, sua crença, provando que religião não é de Deus, porque desune, não irmana; provando que não um só Deus, porém muitos, segundo a vontade de qualquer um.

     


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segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

A GRILAGEM DA EÓLICA




Éolo, o vento; Éolo, o guardião dos ventos; Éolo, o senhor dos ventos; Éolo, o deus dos ventos tinha poder, dado por Zeus, de aprisionar o vento. Por compaixão, deu a Odisseu um baú, com o vento aprisionado, para pudesse voltar à sua Ítaca, mas seus marinheiros, pensando ter ouro no baú, abriram-no e o libertando todos os ventos. Odisseu retorna a Eólia procurando Éolo. Este irritado com os marinheiros de Odisseu os expulsou de lá. Poder-se-ia abrir o saco de couro que a família de Noná deu, por alguns xelins, libertar os ventos, ouro em mãos da Eólica?

Noná morreu por saber da insídia de seus parentes, antes tão queridos, muitos deles, carregados por seus braços solícitos. Sim. Sanique conseguiu abrir o saco de couro de um bezerro de sete anos de idade e soltou o vento da Eólica o que a fez odiada tanto pela empresa, como por seus parentes, sobretudo os tios com quem convivera como irmãos serem mais ou menos da mesma idade. Uma sânie, este mundo, Sanique vai sofrer muito nas mãos de seus parentes, mas vai em frente porque é uma fortaleza. Já conseguiu a nulidade da escritura de compra e venda das terras “vendidas” à eólica e vai. como medusa, aniquilando a todos que ousam lhe encarar. Não está só, bem verdade, nesta liça, pois conta com a sagacidade do irmão em manejar os argumentos jurídicos que bombardeiam a eólica e seus advogados nos tribunais. A escritura de 02 de dezembro de 2016, lavrada em cartório da Capital na qual a escrivã dizendo que compareceram à sua presença naquele tabelionato a nonagenária Noná e o representante da empresa eólica os quais “identifiquei como os próprios através dos documentos a mim exibidos” pelos verifiquei a capacidade jurídica” e que “dou fé”, vendeu à empresa eólica as fazendas “COM ÁREA TOTAL de 34.000 hectares e perímetro de longitude  41°…W e latitude 40 ° S. O Ney Latorraca, o Vlad, o Barbosa se foi, vou continuar com minha narrativa na esperança, se não me matarem, por se trata de grupos poderosos, de ajudar, nesta luta insana.