INDENIZAÇÃO - Quem sofreu algum dano ou prejuízo moral ou material, como perder compromisso, tratamento médico, etc., em razão do bloqueio dos caminhoneiros pode entrar com processo contra a União, o Estado ou o Município para ser indenizado.
INDENIZAÇÃO - Quem sofreu algum dano ou prejuízo moral ou material, como perder compromisso, tratamento médico, etc., em razão do bloqueio dos caminhoneiros pode entrar com processo contra a União, o Estado ou o Município para ser indenizado.
Oi, Zé. Estou, como se tivesse bebido. Tonto, ainda do que ouvi. Em sonho, mas, juro, acordei e ainda ouvi a voz. Que voz, rapaz. E eu sei? Uma voz que me dizia: Domingo não vai pintar um clima. E o que é que tem isto? Domingo, rapaz, domingo a eleição de segundo turno. Ah! Será que você está dando uma de profeta? Pergunta a Antõe Cego, ele que entende destas coisas.
Núbia Cristina Braga três vocabulos muito lindos da língua pátria. Quem, sendo mulher, não teria orgulho em ostentar estas três palavras em registro de nascimento? Pois, a dona destes três termos foi, de maneira covarde e nojenta, silenciada. Quem comanda esta matança? Terá o alferes-mor algum papel no matadouro? Hei, Mancambira! Ocê quem sabe. Convoca o Concelho dos Senescais para investigar. Pintou, no ar, um clima. De morte e sangue. Mais sangue que morte, apavora mais, Um comando, o alferes-mor. Quem, tão corajoso para investigar? Quem? Ah, Núbia Cristina, terás de esperar muito. Quem sabe, um Hoover? Hoover? E Tolson deixaria? Fácil, Didi. Achas, mesmo, Mancambira? Chegaram de moto, janela aberta, atiraram. Conheciam a casa, a pessoa. Daí é só um pulo. Um pulo que ninguém quer dar. E não fica só nisto, d Seu Zé, teu xará Mancambira. também teve o sangue derramado no Ceará.
Shadenfreude! Que diabo é isto, Didi? Rapaz, um sentimento que todo mundo pode ter, mas só os alemães têm uma palavra para isto. Como saudade, qualquer humano pode ter, mas só o português tem palavra pra defini-la. Chadenfroida, como se pronuncia. Difícil! É com ph de pharmácia e tudo. Eu não gosto de você. Um dia, você pega um avião prá Brasília. Já nas nuvens, o bicho cai e você. Pronto, eu fico morrendo de alegria, mesmo que nada diga a ninguém. Cruzes, logo eu? Bota tua boca prá lá. Com os nós dos dedos e murmurando alguma coisa, bate três vezes na madeira. Quase o nosso bem-feito. É se vangloriar pela miséria alheia. É gozar com pau dos outros. Terrível, a língua alemã, não é à toa tantos filósofos, tantos escritores.
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É Zé, como bem diz João de Nezinho, não se faz mais pedreiro como antigamente, que nem usava luva, nem vestia verde. Eles sabiam seu lugar, faziam palácios para nunca mais ali pisar os pés. Hoje pisam, embora olhados de soslaio, os patrícios detestam meteques e plebleus emergentes, se escorregarem na língua, então! A lingua, mais que a roupa, o divisor que o chegante, traído, pouco percebe.