sábado, 31 de maio de 2025

VIBE

            


                       Contribua com R$1,00 para a manutenção deste blogue. Um real não faz falta a ninguém, mas me ajuda muito. 



                        Vibe, Catu, botu, gum, tio João se escondia no  agachis alquime, ro, cornaca. Camamuta tu a tens? O menino de Taung não era mais um macaco, mas, tampouco era u humano. Estava naquela fase de transição entre o macaco e o homem.

domingo, 25 de maio de 2025

JUIZ NÃO AMEAÇA, ADVERTE

      



          




                            Juiz não ameaça, Mancambira, adverte, por dever legal, à testemunha, de que deve dizer a verdade, sob pena de prisão por crime de falso testemunho, esclarecendo-lhe que só pode se omitir por fatos que o incrimine, porque ninguém é obrigado, por lei, a depor contra sí próprio. Não é verdade, portanto, que o Ministro do Supremo tenha ameaçado um ex-ministro da república.

        Ora, como pode a imprensa falar em ameaça, se a lei obriga ao juiz advertir à testemunha das consequências de suas declarações?

quinta-feira, 15 de maio de 2025



















Pura construção intelectual, meu amigo, uma figura de papel, nada mais do que isto. Jesus Cristo, meu Senhor, meu Salvador. Mas, por quê tanta preocupação, se a terra segundo alguns não durará muito! Imagina, para onde vai tanta gente? Newton, físico e matemático genial, mas igualmente imbecil,  previu o fim do mundo para o ano 2.060. Estou me cagando de medo. Medo? Nem devias ter. Daqui pra lá, tu não tem nem os ossos quanto mais,  bosta para cagar. Agora, cientistas, baseados em cálculos matemáticos afirmam: o mundo vai se acabar muito antes do previsto. Calma, Hélio, inda dá tempo de respirar! Alguns milhões de anos. Em 1980 Nélio José Nicolai inventou bina e tu  esquecestes, assim como esqueceram milhões de brasileiros que deveriam estar exigindo indenizar para sua família. Isto é o mundo, enquanto se abusa de crianças se debate sobre bonecas. Enquanto as autoridades se preocupam com o pobre caçador que caça para matar a fome, os fazendeiros matam toda fauna nativa com veneno! Todo mundo tem uma avó pegada a dente cachorro, ninguém sabe nome, onde nem quando, conversa fiada de quem quer esconder origem africana. Por quê tantos aviões? Como posso me lembrar, doce ilusão de que aquela casa nos protegesse. E assim dizia Mario Clinton de Almeida, bravo imigrante angolano. Prefiro, mil vezes,  ser gari em Paris que ser rei em minha terra,  n’África. Há, na terra, mais feios e pobres que bonitos e ricos. E gritar? Quem grita? Para estes o paraíso, para aqueles a danação! E William, dramaturgo e poeta, o maior o mundo, chega-nos simplesmente Guilherme, não é shakespeare? Menos poeta? Se o nome diz qualquer coisa não é o Guilherme que vai dizer, antes o longínquo o William. Sempre foi assim, o nosso não faz boa profecia. Ingratidão dos que respiram o mesmo ar, bebem da mesma água, perseguido por seus próprios cães. Vida revivida, rien de nouveau. Ah, se pudesse! O adágio do quarteto de Cordas 19 em dó maior. Mozart, Mozart! E a Lady Gaga, e diria, Gagá, em Singapura saía às ruas beber cervejas e outras coisas; no Brasil, nem na varanda,  saiu; estou cagando pr’ela, muito embora ela esteja nem aí zumim. E Montessori, quem diria? Namorou Hitler e Mussolini. com suas ideias da criança perfeita, branca, superior; da separação entre criança normal e a anormal. Eu quero é mais. E os asquens têm tudo a ver, negros, negros, negros, o ouro! Non, non, non sei porquê, num casal, um briga pelo outro, se neste mundo todo mundo é puta! Ihche, o dia hoje, amanheceu salgado, né, Seba? Ih Ih bota salgado nisto! E pesado, e sombrio, e escuro que nem posso retratar com minha roleiflex. Este mundo é muintcho djoidjo, né Frei Teodoro? Uns usam uma cenoura, outros um vaso de rexona lambuzado de hidratante! Imagina fazer amor na Idade Média! O culto ao corpo, proibido, coisa do demônio. Santo era quem mais fedia! E todos queriam ser santo. Imagina está turma de fedorentos no céu! O local mais podre! No inferno, pelo menos, o fogo queimava as impurezas e a fedentina, não existia, por isto mesmo, quando eu morrer, se eu morrer, se não encontrarem o elixir da vida eterna, quero mesmo é para o inferno. Imagina encontrar aquela gente mal-cheirosa, mostrando aqueles dentes podres lá no céu. Quero não, quero não, quero não. Entre beijos e tapas vive o casal Macron e Brigitte, reacendendo comentários de casamento de fachada; Macron seria mais do que isto. E quem se importa? Enquanto visita o comunista Vietnã. Promove a guerra na Ucrânia e incentiva limpezas na face da terra. A França, Mancambira, é chegada estes escandalosinhos. Lembra-se de Feliz Faure que morreu de apoplexia enquanto Magueritte Steinheil lhe fazia um boquete? 

sexta-feira, 9 de maio de 2025





Oh, mundo! Oh admirável mundo novo! Quem te atura? Quem, Bach, vai tocar esta partitura? Neste tão admirável mundo, quem sustém a fuga sem escorregar o dedo que mantém a repetição e arte do contraponto sem ferir ouvidos? Ninguém mais o faz, e basta-lhe um dedo fora do compasso, o compasso deles, para que lhe caiam como enxame a picar-lhe carne e consciência, técnica e inspiração. O cancelamento da redinco e a inquisição deste admirável mundo pós-moderno, da sociedade liquida na qual tudo se dilui. Tudo é nada e nada é tudo. Oh! Mundo!  repetição sem compasso, compasso sem métrica, de notas inarmônicas! Quando me vi, estava na casa dele. Ver os meninos que nem sei. São meus. Todos, que sim. Eu, com minhas dúvidas. Chantagem, na vista de seu marido. Não queria ver os filhos. A ela, queria. Jurar fidelidade tive, porquê de não embravecer-se. Mais jovem, embora doente. Eu velho e imprestável, tinha de lhe confessar. Entrei no banheiro, queimava o verão. Ela colocou um vestido preto na porta dizendo ir-se enforcar. Que fazer além de gritar pedindo ajuda? Ele que estava dormindo com minha de ponta cabeça, apenas abriu os olhos e voltou a dormir. Gritei minha, ela mal podia se levantar.

quinta-feira, 10 de abril de 2025

               



      



             




     


     Contribua com R$1,00 para a manutenção deste blogue. Um real não faz falta a ninguém, mas me ajuda muito. Chave pix-06173608553

       


    Baba não gostava de bola. Se eu jogasse, brigava. Coisa de malanda, dizia. Medo? Tinha. ana. jogava, mas só quandi baba estava fora de casa. E pior, porquê da sombra e do plano da praça, o baba, era em frente lá da nossa dar, e, uma das traves, bem frente de nossa porta, na esquina da casa de Cirilo, como quem desse pra Aroeira, se forte o chute e a bola fosse de borracha ou de bexiga de boi, porque eram na maioria, de meias, poderia cair dentro de nossa casa. E, quando caia e baba estivesse em casa, ficava muito zangado, radibe, mesmo, ameaçando furar ou lascar a bola. 

sexta-feira, 4 de abril de 2025






          Jesus tiamo, mermo seno pobe pruquê sei qui tu vai mi ajudar a ficar rico. E se eu ficá rico juro qui vou ajudar os pobres. Botar os pobe pra trabalhar, com salário  pru mode eles ter dignidade, pruquê de graça não vai não, pruquê tudo que é de graça, eles não valoriza, purisso condeno os programa do governo que distribue din eiro em troca di nada, de quasi nada. Os istruprico num quere mais transitar. Eu transita neste sole quente pra mode ganhar porcaria? O que o governo dá, basta pra comer u mês. Se precisa nóis fais alguma coisa e intera. Doenças, fica quem quere, é só num pensa nelas qu’elas não vem. Nós é que puxamos doenças com o pensamento, não pensa pronto. Nóis samos forte. Nóistáqui só por um tempo, caminhando sempre, uma grande caminhada. Teté que era um homem cheio de liguria dizia que toda caminhada por maior que fosse só começava por um passo, num tinha outro jeito. Um passo só, o início de tudo. Marco Polo, correu o mundo, dizem, um passo, o começo do começo.

quarta-feira, 2 de abril de 2025

       







                



           Doumo. E nunca esperava isto. E tudo acontece ou pode acontecer neste mundacho torto de Frei Teodoro. Pois eu, na luta por comida, pedindo um prato em troca de serviço, aceito por uns, enxotado por outros, me bati num restaurante coreano. E o coreano, além de me dar comida, em troca de lavar pratos e ajudar na limpeza, me ofereceu uma vaga como garçom. E os coreanos, cheios de “noli me tangere”, queriam mostrar mais limpeza do que lhe exigiam os franceses. E quem quer que fosse, coreanos, franceses ou estrangeiros, que quisessem, com eles trabalhar, teriam de provar ter cu limpo e salvo de qualquer verme ou bactéria. E foi assim que lá fui eu fazer exames, trabalhar no restaurante coreano, porque Paris tem de tudo, o que menos tem é francês. E lá fui aos exames. Uma linda médica, loura e de sorriso cativante me atendeu, semi-nu, só de cueca, que é assim que se atende alunos para universidade e pessoas para trabalhar. Ela Olhou minha boca, os olhos, os ouvidos, mandou que andasse, e estas pernas tortas, doem? Doem, como se eu tivesse uma peso nas batatas. Ela me disse não ser bom para o ofício de garçom que exige muito tempo em pé. Argumentei não ser uma dor que me impedisse de ficar em pé, além disso, precisava muito trabalhar para pagar meus estudos. Ninguém, imagina um rei sentado no trono, cagando, enquanto despachava com seus ministros. Pois na França acontecia. E eu acho que o excesso de exposição do ex-presidente, termina por ser uma propaganda gratuita para ele. O maior castigo para qualquer pessoa é esquecimento, mas aqui fazem o contrário. Falam cada vez mais do cara. Expondo-o em todas mídias. O que é isto senão uma propaganda? Para que gloria maior? A teoria da comunicação explica este fenômeno. Falar mal de alguém continuamente, também é um elogio, uma propaganda de seu nome, porque não diminui o número de seguidores e pode, inclusive aumentar. Um mártir elege até um poste. Mas voltemos aos coreanos.