sábado, 1 de fevereiro de 2025

DANTE ALIGHIERI

   Não, Manca, Dante, a despeito de Joyce, que o tem como o maior do mundo, não o é, porquanto no estilo talvez o seja, na temática, ele está plenamente  ultrapassado, não no que tange ao amor, que é eterno, mas no que toca aos céus, inferno, purgatório e similares. Hoje, a maioria dos cristãos têm dúvida de suas existências, se não o tivesse, não agiriam como agem. Mesmo admitindo qu’Ele não tira suas manápulas de seus ombros.Tu me entendes? Unzinho, aí, me contestou. Nunca hei de esquecer. Conversando. Estávamos no quarto. Ele chegou. Ele, sem o menor receio.  Foi arrumar uma cama na sala. Estava pensando que era para ele. Para mim, era e fui e dormi enquanto eles fornicavam no ar condicionado.

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

PRECE





Que o sol me traga, a cada dia, novas energias;

Que a lua suavemente me restaure durante a noite;

Que a chuva lave todas minhas  preocupações;

Que a brisa sempre sopre novas forças em mim;

Que eu possa caminhar em paz em riba terra, durante todos os dias da minha vida e possa conhecer sua beleza.

sábado, 25 de janeiro de 2025

SOBRE

A preposição sobre está na moda. Hoje tudo vem com sobre, numa demonstração de total subserviência ao inglês no uso do about.

No artigo de título quilômetro Ronaldinho Gaúcho tem Rolé com Atriz indicada ao Oscar o jornal Noataque informa que Ronaldinho vai “comandar aulas para ensinar sobre seus dribles…”

Felizmente, Ronaldinho não joga tão mau quanto escreve o jornal, pois ele vai ensinar seus dribles e não sobre. 

O verbo ensinar é bitransitivo - direto e indireto - é na função direta não tem preposição. Quem ensina ensina alguma coisa, pura e simplesmente.

E Lula deu um tapa com luva pelica na cara do mister Trombeta. ao recepcionar, em Manaus, e mandar tirar as algemas de nosso cidadãos imposto pelo Império do Norte.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

        




                           Mancambira, aprenda uma coisa: escolher é discriminar, é racismo; quem escolhe é racista, discriminador, se acha superior. A discriminação desune, rebaixa o outro, desqualifica, humilha e odeia. A religião, um instrumento de domínio, serve ao mais forte. A democracia, mentira criada para dar a impressão de liberdade; bestas, quantos no mundo; submisso se tornou o homem, escravo do poder, sem perceberem a escravidão. Exploradas e saqueadas América Ásia e África inda sangram, sugadas por saqueadores famintos judaico-cristãos. Se não fôssemos nós, se não fossem a pilhagem, seriam, eles, coisa nenhum exterminados pela fome; mas não fora isto, escravizaram, matavam quando se submetia. Hoje, quando se vai buscar migalhas reclamam, discriminam, prendem e repatriam. É só ver a história, com os olhos do vencido e perceber tudo. Isto, Mancambira, é ciência, não opinião. Hummm!

sábado, 11 de janeiro de 2025

EÓLICAS E AS GRILAGENS

 



                     A CartaCapital, parece, deixou de ser Carta Capital para ser Carta do Capital, já notou Zé Mancambira. Ela diz chamar as coisas pelo nome. Onde está ela que não vê as grilagens praticadas pelas companhias eólicas?

terça-feira, 7 de janeiro de 2025

 





 Pra que tanta ganância por poder, exibir a fortuna adquirida, se o que a gente ganhar durante a vida é preciso deixar aqui na terra. A empresa eólica de que falamos, não parece comungar destas ideias e por isso difama, intimida, ameaça todo e qualquer vivente que se ponha em sua frente. Dia, destes, seus acólitos bateram tanto em uma simples ovelha que, não aguentado os ferimentos internos,  veio a morrer. Estou falando de uma pobre ovelha que serviu de instrumento de recado. No Brasil, a certeza da impunidade, certeza da absoluta ineficiência da justiça leva as pessoas agirem contra a lei. Se alguém te deve um dinheiro ou uma obrigação e não cumpre ficam muito contentes se você aciona justiça. Sabe que agora não paga mais, não cumpre sua obrigação. É o que aconteceu, por exemplo, com o Sr. Marcílio da Tratorserves de Feira de Santana. Paguei-lhe adiantado R$4.400,00 para reparar um gerador, já tem um mês e ele hoje nem me responde mais. Talvez a verdadeira justiça nos dias de hoje seja a publicação pesada nas redes sociais e o cancelamento do indivíduo ou empresa. A justiça é nada para eles, que, inclusive, a podem comprar. As redes sociais decretam a morte do cara. No metrô, duas pessoas se arrastam, pelo chão, como cobras, uma em direção da outra. Será que vão se acasalar? Quem põe fogo nas igrejas da França? Depois de queimarem seus corpos, eles jogam os restos no Ganges sagrado, enquanto as cinzas são aproveitadas pelos devotos que as jogam sobre o corpo em profusão. Não sei se estes devotos tomam banho para dormir. Oh mundacho torto de Frei Teodoro; os seminaristas penduravam-se nos braços, os seus; ligeiramente grisalha, sua barba tocava-lhe o peito; sua voz, baixo profundo, tocava o céu. Quem se morre, Mujica,   o cancro tomando-lhe o corpo todo. A morte é certa para todos, mas uns não aguentam a pressão e põem fim à vida com as próprias mãos por mais diversos e originais formas. Caso de Deadpool ou de seu nome real safe Wilson. Condenado à morte por ter matado duas mulheres, pediu ao juiz para furar a fila dos condenados para que fosse logo executado. Se é verdade que Deus tudo prevê, inclusive o derradeiro suspiro, este, queria driblar a vontade de Deus e antecipar a morte.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

GRILAGEM E FANTASIA

      



            


       Enquanto governantes se preocupam com a identidade d’animais de estimação, gastando o dinheiro público, grandes empresas levam o terror ao sertão, dizimando flora e fauna, desalojam de suas terras, familias, desagregando-as, jogando uns contra os outros, instaurando o medo, o terror, a violência e a criminalidade no meio rural. E assim é neste desertão de mundo, industria de guerras. Góis se matam. Dos camarins inatingíveis nazis, fascistas outros istas, palmas, batem e vociferam. Armas e dinheiro, destruir e matar,  banquetas e burras cheias. História. Não conta sangue derramado, nem choro de vencidos, TODAVIA, o estourar de bombas, o pipocar de rolhas, festa de vencedores. A história do mais forte. Estaria, Darwin, com sua teoria, justificando o suplício, a escravidão a morte do mais fraco ou do incapa de adaptar-se? Acabo de sonhar (e sonhar é bom), brigando (não sei, valha-me, sovino Freud) com meu compadre Hugo Perrone, com quem  nunca briguei, descando, em Itambé, no Colégio Gilberto Viana dos Vocacionistas, estudantes, meninos, nos conhecemos.

Digressões necessárias, descansar a mente do leitor (é assim mesmo,  à moda antiga. Não me rendo ao modismo do politicamente correto, embora não condene quem o faça) bombardeado) pobre leitor, com relato de fatos do concreto, daí a dureza do estilo seguindo a aridez do assunto, que segundo…(deixa prá lá, não lembro), a forma segue o fundo. Em razão disto, tenho-me esforçado.  Traduzir a linguagem jurídica no português de todos, mesmo com algum floreio, nunca porém, para omitir ou acrescentar algo que venha desnaturar a verdade. Posso até mesmo por estilo, não seguir a cronologia dos fatos, mas é só. O fato contado como exatamente se deu. O direito exposto como deve ser, mostrando o erro onde estiver.

Então à nossa história.  A escritura da Capital nº 651702 foi por ter a tabeliã violado o princípio da territorialidade e portanto da legalidade do ato. A empresa eólica, claro, não se conformou e partiu para o Tribunal para anular a sentença do juiz. Parece, entretanto, que não vai ter êxito porque o procurador de justiça já deu parecer favorável à decisão do juiz e pede que tribunal mantenha a sentença. 

Clima tenso na região, irmãos ameaçam irmãos, tios ameaçam sobrinhos, primos ameaçam primos. Assim age a eólica. Intimida, ameaça,  invade terras, conivente, uma tabeliã, enodando todo o poder judiciário porque, sendo uno o poder, o ato de um atinge a todos, porque assim é o julgamento do ser humano que tem por característica igualar a todos, sem capacidade para distinguir o joio do trigo. É por isto que a Claudia não dá mais leitte, incapaz de separar arte de religião. Incapaz de ver no homem, pessoa humana; inábil para distinguir do homem, sua crença, provando que religião não é de Deus, porque desune, não irmana; provando que não um só Deus, porém muitos, segundo a vontade de qualquer um.

     


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